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Somos os 2º Ano "A e B" da E.E.M.Profº. Gabriel Epifânio dos Reis.

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quarta-feira, 29 de maio de 2013

POR QUE UMA LÍNGUA MUDA COM O TEMPO?

As pessoas ficam, sempre, a se perguntar por que uma língua não permanece estável no curso da vida? Uma língua muda porque é falada segundo os costumes, a cultura, as tradições, modernização tecnológica e o modo de viver da população. Depois, há para considerar o fator tempo que altera todas as coisas. Assim, não existe razão para que a língua escape a essa lei universal. A língua, igualmente as pessoas, quer palpitar, crescer, tornar-se flexível e colorida, enfim, viver.
A mudança que se observa numa dada língua, no decorrer do tempo, tem paralelo na mudança dos conceitos de vida, na mudança das artes, da filosofia, da ciência e até da própria natureza. Essa evolução temporal, mudança diacrônica ou história, é um dos aspectos mais evidentes da variação ou mudança que se processa em toda e qualquer língua. Antigamente, no Brasil, se falava cutex ao invés de esmalte, petisqueira no lugar de armário, penteadeira ao invés de cômoda, rouge no lugar de blanche, ceroula ao invés de cueca. São exemplos que ilustram a mudança diacrônica ou histórica.
Assim, as variedades nacionais de um idioma não apresentam uma uniformidade interna, são constituídas por variantes geográficas que os dialectólogos denominam dialetos. Também há as variações decorrentes dos diferentes grupos sociais a que pertencem os falantes, tal como variações de faixa-etária, sócio-culturais e sócio-profissionais. São exemplos de variações por faixa-etária: idoso>coroa>velho; homem>rapaz>tiozinho; baile>festa> balada. São exemplos de variações sócio-culturais: festa>arrasta-pé>piseiro; briga>confusão>furdunço>baixaria>barraco;namorar>ficar; moça> mina> filé. Exemplo de variação sócio-profissional no meio jurídico: Accipiens>credor de boa fé de prestação que não lhe é devida; actio in personam>ação pessoal ou sobre pessoa; ad hoc> Substituição temporária para o caso específico; ad judicia> para o foro em geral, para fins judiciais; ad referendum> na dependência de aprovação de autoridade competente; Caput> Cabeça; Corpus delicti> Corpo de delito.

Por que o sotaque muda conforme a região?

É uma questão complexa, que envolve vários fatores. "Uma das explicações possíveis, porém, é o isolamento das comunidades no espaço e no tempo", afirma Marli Quadros Leite, lingüista da USP. Assim, para descobrir as origens de um determinado sotaque é preciso estudar tanto a história da população nativa da região quanto das pessoas que migraram para lá. Isso ajuda a entender por que, no Brasil, encontram-se tantas formas diferentes de falar o mesmo idioma. Só os colonizadores portugueses trouxeram em sua bagagem uma boa quantidade de diferenças lingüísticas: um bando vinha de Lisboa, outro do Porto, um terceiro do Alentejo... Como se não bastasse, os índios que já viviam aqui falavam inúmeras línguas. Mais tarde, chegaram os africanos e depois vieram imigrantes - e até colonizadores - de outros países europeus.
Cada região do país foi assimilando diferentes elementos dessas fontes, resultando nos diferente sotaques e dialetos. Mesmo assim, nunca nos transformamos numa Torre de Babel. "Apesar da nossa imensa diversidade lingüística, há uma certa unidade que permite a todos se entenderem e terem a certeza de que falam o ‘português do Brasil’", diz Marli.
Variação geográfica -Cinco exemplos estaduais de como o Brasil fala português

Pernambuco- Uma herança da longa presença holandesa no Recife foi a forte pronúncia do R, como nas línguas de origem germânica.

Bahia- O sotaque local reflete a variada mistura da miscigenação do seu povo, assimilando tanto o S assobiado de São Paulo e Minas Gerais quanto o R aspirado dos cariocas.
Rio de Janeiro- Muitos estudiosos afirmam que o S chiado (quase um X) dos cariocas nasceu com a transferência da família real portuguesa para a cidade em 1808. A chegada da corte não só provocou mudanças de costumes como influenciou a fala da população local, produzindo uma versão peculiar da pronúncia lisboeta
São Paulo- Acredita-se que o R acentuado do interior de São Paulo tem origem no jeito de falar dos índios tupis, assimilado pelos bandeirantes. Essa pronúncia caipira ultrapassou as fronteiras do Estado e também se espalhou pelo sul de Minas e por Goiás

Santa Catarina- O sotaque cantado, mais forte até que o dos gaúchos, é influência direta da forte imigração de portugueses da ilha de Açores
http://mundoestranho.abril.com.br/materia/por-que-o-sotaque-muda-conforme-a-regiao
Camila Escobar – 2B

variação linguistica: Variações Sociais ou Culturais

Está diretamente ligada aos grupos sociais de uma maneira geral e também ao grau de instrução de uma determinada pessoa. Como exemplo, citamos as gírias, os jargões e o linguajar caipira. 

As gírias pertencem ao vocabulário específico de certos grupos, como os surfistas, cantores de rap, tatuadores, entre outros.

Os jargões estão relacionados ao profissionalismo, caracterizando um linguajar técnico. Representando a classe, podemos citar os médicos, advogados, profissionais da área de informática, dentre outros.
um poema e o trecho de uma música para entendermos melhor sobre o assunto:

Vício na fala 
Para dizerem milho dizem mio
Para melhor dizem mió
Para pior pió
Para telha dizem teia
Para telhado dizem teiado
E vão fazendo telhados. 

(Oswald de Andrade)


CHOPIS CENTIS 
Eu “di” um beijo nela
E chamei pra passear.
A gente fomos no shopping
Pra “mode” a gente lanchar.
Comi uns bicho estranho, com um tal de gergelim.
Até que “tava” gostoso, mas eu prefiro
aipim.
Quanta gente,
Quanta alegria,
A minha felicidade é um crediário nas
Casas Bahia.
Esse tal Chopis Centis é muito legalzinho.
Pra levar a namorada e dar uns
“rolezinho”,
Quando eu estou no trabalho,
Não vejo a hora de descer dos andaime.
Pra pegar um cinema, ver Schwarzneger
E também o Van Damme. 

(Dinho e Júlio Rasec, encarte CD Mamonas Assassinas, 1995.


Fonte: http://www.brasilescola.com/gramatica/variacoes-linguisticas.htm
Joana D'arc 2º ''B''

sociedade e consumismo

 
MUITAS VEZES CONCEBEMOS A SOCIEDADE MODERNA COMO UM MAR DE MIL MARAVILHAS,ENTRETANTO NÃO É BEM ASSIM. BASTA PONDERARMOS A DISPARIDADE QUE PAIRA SOBRE A NAÇÃO BRASILEIRA:ENQUANTO POUCOS  USUFRUEM DE UM ALTO PADRÃO DE CONSUMO E  CONSIDERÁVEL CONDIÇÃO SOCIAL,OUTROS ESTÃO ENTREGUES A EXCLUSÃO.

 postado por:RAILSON RAMOS E KELVEN OLIVEIRA
 

Seus Olhos

                                                  Seus olhos

se a beleza dos teus olhos fossem como o mar, eu só me apaixonaria pelo teu olhar, pois, o mar é tão lindo que só faço admirar as águas que sobem e descem como se fossem voar.
o mar tem uma beleza que eu não posso explicar, suas águas são tão belas que eu possa navegar e essas águas não me deixem essas ondas me afogar.

criado por: Lindemberg soares da silva

livros de literatura



Livros de José de Alencar

Ao correr da pena

José de Alencar
  No volume "Ao Correr da Pena", o leitor poderá avaliar o que podemos chamar de estreia literária de José de Alencar, ao publicar o primeiro folhetim da série no Correio Mercantil.
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As asas de um anjo

José de Alencar
Baixe o PDF do Livro! "As Asas de um Anjo", escrito por José de Alencar, foi publicado em 1858. Embora considerado imoral na época por causa da cena em que Carolina, personagem principal da história, é assediada pelo pai bêbado, o livro se transformou em uma peça de teatro.
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Cinco Minutos

José de Alencar
Baixe o PDF do Livro! Primeiro romance de José de Alencar, Cinco Minutos foi um verdadeiro sucesso. Inicialmente publicada em forma de folhetins pelo jornal Diário do Rio de Janeiro, ao final de todos os capítulos já publicados, foram juntados em uma única edição e oferecida de brinde aos assinantes. Porém, como diversas pessoas que não assinavam o jornal procuraram por um volume do romance, foi publicada a primeira edição em 1856.
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Como e Por Que Sou Romancista

José de Alencar
Baixe o PDF do Livro! "Como e Por Que Sou Romancista", descrito por José de Alencarem 1893, é sua autobiografia intelectual. Lendo, podemos tomar conhecimento de sua personalidade e dos alicerces de sua formação literária. Escreve de si para si e faz com que cada palavra tenha um significado todo especial na compreensão do surgimento de obras tão magníficas, como Iracema, entre outras.
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Diva

José de Alencar
Baixe o PDF do Livro! "Diva", escrito por José de Alencar, faz parte da sua lista de romances urbanos. A personagem principal é Emília, mimada filha de um rico capitalista do Rio de Janeiro que busca incansavelmente um marido mais interessado em amor que em dinheiro. Toda a história é narrada por Amaral, que conta suas aventuras com Emília para seu amigo Paulo. Emília não era bonita e, por conta disso, aguentava gozações de muita gente. Porém, com o passar dos anos, aquela que era feia tornou-se muito bela.
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Iracema

José de Alencar
 
Iracema (ou Iracema, lenda do Ceará) é um romance da literatura romântica brasileira publicado em 1865 e escrito por José de Alencar, fazendo parte da trilogia indianista do autor. Os outros dois romances pertencentes à trilogia são O guarani e Ubirajara. O romance conta, de forma quase poética, o amor de um branco, Martim Soares Moreno, pela índia Iracema, a virgem dos lábios de mel e de cabelos mais negros que a asa da graúna e explica poeticamente as origens da terra natal do autor, o ceará                                                                        http://www.mensagenscomamor.com/livros/livros_jose_de_alencar.htm

Os alunos não são cobaias de laboratório




Quanto mais convivo nas escolas públicas, mais aprendo, sou um eterno aprendiz das querelas escolares. Todo ano os órgãos do estado, no caso, a SEDUC, elaboram projetos e joga nas escolas no intuito de melhorar a aprendizagem. Os projetos não vingam, porque falta o essencial, a participação de todos que fazem a educação. Projetos elaborados verticalmente estão condenados ao fracasso, carece de vida, de alma, essas ideias que a SEDUC pensa que emplaca; no entanto só exonera os cofres públicos, tempo e paciência. Apenas um exemplo para exemplificar, foi instalado vários terminais eletrônicos nas escolas para registrar a presença dos alunos, duraram pouco tempo, mas os custos foram onerosos aos cofres públicos, sem alcançar os objetivos.
Quem conhece a fundo os problemas da escola são os professores, alunos e funcionários, fora desse contexto só é balela, conversa fiada. Os especialistas em educação nos seminários de educação usam palavreado de efeitos, ideias utópicas, no entanto desconhece a práxis pedagógica, porque carece de vivência de sala de aula.
Muitos teóricos pensam conhecer a educação, mas não conhecem, nunca pisaram na sala de aula, nunca foram à periferia e muito menos naquelas escolas que estão em locais de riscos.
As teorias são necessárias, mas que nasçam das fontes pedagógicas e desague nas escolas.
A educação pública tem condições de serem as melhores, no entanto, falta vontade política, o foco opaco não ajuda a educação, não consegue enxergar a educação no seu devido lugar, o pódio.
As experiências anuais direcionadas as escolas não tem sentido tratando os alunos como ratinhos de laboratório, os alunos querem projetos que alavanque a aprendizagem e os façam crescer como cidadãos. 

http://professorwp.blogspot.com.br/2013/05/os-alunos-nao-sao-cobaias-de-laboratorio.htm

Gabriela celedonio 2 B

José de Alencar


[creditofoto]
José de Alencar é o fundador do romance nacional e o maior prosador do Romantismo brasileiro
"Ali, por entre a folhagem, distinguiam-se as ondulações felinas de um dorso negro, brilhante, marchetado de pardo; às vezes viam-se brilhar na sombra dois raios vítreos e pálidos, que semelhavam os reflexos de alguma cristalização de rocha, ferida pela luz do sol. Era uma onça enorme; de garras apoiadas sobre um grosso ramo de árvore, e pós suspensos no galho superior, encolhia o corpo, preparando o salto gigantesco."

Nesse trecho do romance O Guarani, um dos mais destacados da obra de Alencar, evidencia-se o estilo descritivo, mas também o caráter aventuresco dos romances do autor.

Filho de um ilustre senador do império, José Martiniano de Alencar cursou advocacia, mas logo tornou-se político, jornalista e escritor. Foi nessa última atividade que obteve maior destaque para a posteridade. Considerado o maior romancista do Romantismo brasileiro, Alencar criou uma literatura nacionalista, empregando um vocabulário e uma sintaxe típicos do Brasil e evitando o estilo lusitano, que até então prevalecia na literatura aqui produzida.

Sua obra traça um perfil da cultura e dos costumes de sua época, bem como da História do Brasil, tendo como preocupação essencial a busca de uma identidade nacional, seja quando descreve a sociedade burguesa do Rio de Janeiro, seja quando se volta para os temas ligados ao índio ou ao sertanejo. Seus romances costumam ser classificados em quatro categorias: urbanos, históricos, indianistas, e regionalistas.

A obra urbana de Alencar segue o padrão do típico romance de folhetim, retratando a alta sociedade fluminense do Segundo reinado, com tramas que envolvem amor, segredos e suspense. Mas por trás da futilidade dos namoricos da Corte está a crítica à hipocrisia, à ambição e à desigualdade social.

José de Alencar também chega a analisar o caráter psicológico de suas personagens femininas, revelando seus conflitos interiores e antecipando as características da escola realista, que sucedeu o Romantismo. Seus romances urbanos são: Cinco minutos (1860), A viuvinha (1860), Lucíola (1862), Diva (1864), A pata da gazela (1870), Sonhos d'ouro (1872), Senhora (1875) e Encarnação (1877). Senhora é considerado o mais importante deste grupo.

Os livros indianistas buscam transportar as tradições indígenas para a ficção, relatando mitos, lendas, festas, usos e costumes, muitas vezes observados pessoalmente pelo autor. Mesmo assim, o índio é visto de maneira idealizada, que representa, em nível simbólico, a origem do povo brasileiro. Nesse sentido, seus textos trazem a imagem do homem branco (europeu) como corrompido pelo mundo civilizado e apresenta o índio com ares de "bom selvagem", destacando seu caráter bom, valente e puro. Seus romances indianistas são: O Guarani (1857), Iracema (1865) e Ubirajara (1874).

José de Alencar também buscou inspiração em nosso passado para escrever romances históricos, propondo uma nova interpretação literária para fatos marcantes da colonização, como a busca por ouro e as lutas pela expansão territorial. Seus enredos denotam em vários momentos um nacionalismo exaltado e o orgulho pela construção da pátria. Obras históricas: As Minas de prata (1865), Alfarrábios (1873), A guerra dos mascates (1873).

Já os romances regionalistas denotam o interesse do autor pelas regiões mais afastadas do Brasil, alheias à influência européia que predomina na Corte fluminense. Assim, ele alia os hábitos da vida no campo e a cultura popular à beleza natural e exótica das terras brasileiras. Se nos romances urbanos as mulheres são sempre enfatizadas, nas obras de cunho regional os homens recebem o destaque, com toda a sua rudeza, enfrentando os desafios da vida, enquanto que as mulheres assumem papéis secundários. Seus romances regionalistas são: O gaúcho (1870), O tronco do Ipê (1871), Til (1872), O sertanejo (1876). Com eles o autor focalizou, respectivamente, os pampas, o interior paulista e o sertão nordestino, procurando dar conta de nossa diversidade regional.

Ao lado da literatura, não se pode esquecer de que José de Alencar foi um político atuante, vindo a ser deputado provincial do Ceará e a ocupar o cargo de ministro da Justiça. Deixou a política após ter seu nome vetado pelo imperador D. Pedro 2° para o cargo de senador. Deprimido e debilitado pela tuberculose, de que sofria desde a juventude, foi para a Europa para se tratar. Sem obter resultados, voltou ao Brasil em estado grave, morrendo pouco tempo depois, aos 48 anos.

http://educacao.uol.com.br/biografias/jose-de-alencar.jhtm

Thiago Maia, Fernando Lacerda, Danilo jose, rodrigo oliveira.
sucesso nasce do querer, da determinação e persistência em se chegar a um objetivo. Mesmo não atingindo o alvo, quem busca e vence obstáculos, no mínimo fará coisas admiráveis.(José de Alencar)                                        
talia
meripalu
parmenas

Encontrado petróleo em 2º poço perfurado no CE

27.02.2013

Petrobras iniciou, no dia 11 deste mês, a exploração de um novo poço em território local, denominado Ararauna
Após cinco meses de trabalho, a Petrobras concluiu a perfuração do segundo poço em águas ultraprofundas no Ceará, denominado Canoa Quebrada (1-BRSA-1114-CES), e constatou "indícios de hidrocarbonetos" (petróleo e gás). Segundo a estatal, a descoberta já foi informada à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). No entanto, a Petrobras destaca que os dados do poço, cuja localização exata não foi informada, "ainda estão sendo analisados e, nesta fase dos estudos, ainda não há uma estimativa segura do volume de petróleo descoberto".

Conforme a licença de Operação emitida pelo Ibama, a perfuração de cada poço tem um valor de referência de R$ 100 milhões FOTO: THIAGO GASPAR
A descoberta reforça o início de uma nova fase na produção de petróleo no Ceará, que ainda é considerada pequena, mas que pode crescer significativamente nos próximos anos. Em setembro de 2012, a Petrobras já havia concluído a perfuração do primeiro poço cearense em águas ultraprofundas, denominado Pecém (1-CES-158), onde também foi encontrado petróleo.

O Poço Pecém está localizado a 76 quilômetros do município de Paracuru, na costa do Ceará. Esta descoberta foi listada no balanço do PAC 2 (Programa de Aceleração do Crescimento), divulgado no último dia 22, como uma das maiores ocorridas no País entre janeiro de 2011 e dezembro de 2012.

Novos poços
Além destes dois poços, que ficam na Bacia Ceará, a Petrobras iniciou, no dia 11 deste mês, a perfuração de um terceiro poço, chamado Ararauna (1-BRSA-1158-CES), na concessão BM-POT-16. A perfuração deste poço, localizado na parte cearense da Bacia Potiguar, deve durar cerca de quatro meses. Ainda de acordo com a Petrobras, mais dois poços devem ser perfurados em águas profundas no Ceará, na concessão BM-POT-17.

Conforme mostrou o Diário do Nordeste na edição do dia 24 de setembro de 2012, o prazo para a conclusão da exploração do segundo poço era de cinco meses
Ao todo, devem ser explorados cinco novos poços em território cearense nos blocos BM-POT-16 e BM-POT-17, que ficam a cerca de 41,5 km da costa do município de Icapuí, no Ceará. Os blocos estão localizados na Bacia Potiguar, que inclui os territórios do Ceará e do Rio Grande do Norte.

A Licença de Operação para a exploração destes dois blocos foi emitida pelo Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais) no dia 8 deste mês. Além dos cinco poços em território cearense, a Licença de Operação autoriza ainda a Petrobras a explorar um poço em território do Rio Grande do Norte. A solicitação para a exploração de um sétimo poço nestes blocos, denominado Umbu, está em análise no Ibama.

De acordo com a Petrobras, "os poços incluídos na Licença de Operação para as concessões BM-POT-16 e BM-POT-17 são os prospectos denominados Ararauna, Jandaia, Louro, Tango e Xaxado, localizados no Ceará, além do prospecto Pitu, localizado no Rio Grande do Norte". A estatal, contudo, não deu detalhes sobre a localização e a profundidades dos poços.

O primeiro poço em águas ultraprofundas no Ceará começou a ser explorado em maio do ano passado, sendo concluído no último mês de setembro
R$ 600 milhões
Conforme a Licença de Operação, que foi solicitada pela Petrobras ao Ibama em novembro do ano passado, a perfuração de cada poço tem valor de referência de R$ 100 milhões, totalizando, assim, R$ 600 milhões para a perfuração dos seis poços aprovados. O documento destaca que os poços deverão ser perfurados pelos navios-sondas Deepwater Discovery (NS-27) e Ocean Clipper (NS-21). A inclusão de uma terceira unidade marítima no processo de perfuração dos poços, o Ocean Courage (SS-75), será avaliada pelo Ibama posteriormente.

Projetos ambientais
No parecer técnico do Ibama sobre a Licença de Operação, o órgão apontou algumas pendências e orientações que a Petrobras deverá seguir para garantir o andamento do processo, sobretudo na área ambiental. Entre as determinações, está a de que a estatal deverá utilizar exclusivamente o Porto do Pecém, no Ceará, até que sejam feitas as mudanças necessárias no centro de reabilitação apontado pela empresa no âmbito do Projeto de Monitoramento de Praias.
 
http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1236876

Larisse 2º Ano B
Carliana Thalita, Mércia Cristina e Bruna Santos postam essa imagens para os colegas .haha
quem ganhara

Mércia, Bruna e Carliana do 2ºB postam essa música para todos os amigos curtirem enquanto estudam. Essa é uma ótima opção. músicas da banda SAMBÔ



ESCUTEM ;D

sábado, 11 de maio de 2013

Romantismo no Brasil



 Romantismo no Brasil teve como marco fundador a publicação do livro de poemas "Suspiros poéticos e saudades", de Domingos José Gonçalves de Magalhães, em 1836, e durou 45 anos. Nos primórdios dessa fase literária, 1833, um grupo de jovens estudantes brasileiros em Paris, sob a orientação de Gonçalves Magalhães e de Manuel de Araújo Porto Alegre, inicia um processo de renovação das letras, influenciados por Almeida Garrett e pela leitura dos românticos franceses. Em 1836, ainda em Paris o mesmo grupo de brasileiros funda a Revista Brasiliense de Ciências, Letras e Artes, cujos dois primeiros números traziam como epígrafe: "Tudo pelo Brasil e para o Brasil". Ainda no mesmo ano, no Brasil - momento histórico em que ocorre o Romantismo, 14 anos após a sua Independência - esse movimento é visível pela valorização do nacionalismo e da liberdade, sentimentos que se ajustavam ao espírito de um país que acabava de se tornar uma nação rompendo com o domínio colonial.
  De 1823 a 1831, o Brasil viveu um período conturbado como reflexo do autoritarismo de D. Pedro I: a dissolução da Assembléia Constituinte; a Constituição outorgada; a Confederação do Equador; a luta pelo trono português contra seu irmão D. Miguel; a acusação de ter mandado assassinar Líbero Badaró e, finalmente, a abdicação. Segue-se o período regencial e a maioridade prematura de Pedro II. É neste ambiente confuso e inseguro que surge o Romantismo brasileiro, carregado de lusofobia e, principalmente, de nacionalismo.
  Assim é que, a primeira geração do Romantismo destaca-se na tentativa de diferenciar o movimento das origens europeias e adaptá-lo, de maneira nacionalista, à natureza exótica e ao passado histórico brasileiros. Os primeiros românticos eram utópicos. Para criar uma nova identidade nacional, buscavam suas bases no nativismo do período literário anterior, no elogio à terra e ao homem primitivo. Inspirados em Montaigne e Rousseau idealizavam os índios como bons selvagens, cujos valores heroicos tomavam como modelo da formação do povo brasileiro.

  Com o incremento da industrialização e do comércio, notadamente a partir da Revolução Industrial do século XVIII, a burguesia, na Europa, vai ocupando espaço político e ideológico maior. As idéias do emergente liberalismo incentivam a busca da realização individual, por parte do cidadão comum. Nas últimas décadas do século, esse processo levou ao surgimento, na Inglaterra e na Alemanha, de autores que caminhavam num sentido contrário ao da racionalidade clássica e da valorização do campo, conforme normas da arte vigente até então. Esses autores tendiam a enfatizar o nacionalismo e identificavam-se com a sentimentalidade popular. Essas idéias foram o germe do que se denominou romantismo.
  Algumas atitudes, e outras consequentes delas, foram se consolidando e, ao chegarem à França, receberam um vigoroso impulso graças à Revolução Francesa de 1789. Afinal, essas tendências literárias individualistas identificavam-se amplamente com os princípios revolucionários franceses de derrubada do absolutismo e ascensão da burguesia ao poder, através de uma aliança com camadas populares. A partir daí, o ideário romântico espalhou-se por todo o mundo ocidental, levando consigo o caráter de agitação e transgressão que acompanhava os ideais revolucionários franceses que atemorizavam as aristocracias europeias  A desilusão com esses ideais lançaria muitos românticos em uma situação de marginalidade em relação à própria burguesia. Mesmo assim, devemos associar a ascensão burguesa à ascensão do Romantismo na Europa.
  Em Portugal, os ideais desse novo estilo encontram, a exemplo do que ocorrera na França, um ambiente adequado ao seu teor revolucionário. Opunham-se naquele país duas forças políticas: os monarquistas, que pretendiam a manutenção do regime vigente, depois da expulsão das tropas napoleônicas que tinham invadido o país em 1807; e os liberais, que pretendiam sepultar de vez a Monarquia. A Revolução Constitucionalista do Porto, (1820) representou um marco na luta liberal, mas os monarquistas conseguiram manter o poder durante todo o período, marcando com perseguições as biografias de muitos escritores daquele país, quase sempre adeptos do Liberalismo.
  Assim a revolução romântica alimenta-se, em Portugal, dessa revolução social e política. Os primeiros românticos, Almeida Garrett, Alexandre Herculano e Antônio Feliciano de Castilho, participam da Revolução Liberal e, vitoriosos em 1834, retornam do exílio para implantar a nova literatura romântica. A segunda fase é representada por Camilo Castelo Branco e a terceira geração (1860), por Júlio Dinís, marca a fase de transição para o Realismo da década de 1870.

FONTE: http://pt.wikipedia.org/wiki/Romantismo_no_Brasil


Biografia de Carlos Drummond de Andrade




  Nasceu em Minas Gerais, em uma cidade cuja memória viria a permear parte de sua obra, Itabira. Seus
antepassados, tanto do lado materno como paterno, pertencem a famílias de há muito tempo estabelecidas no Brasil. Posteriormente, foi estudar em Belo Horizonte, no Colégio Arnaldo, e em Nova Friburgo com os Jesuítas no Colégio Anchieta. Formado em farmácia, com Emílio Moura e outros companheiros, fundou "A Revista", para divulgar o modernismo no Brasil.
  Em 1925, casou-se com Dolores Dutra de Morais, com quem teve dois filhos, Carlos Flávio, que viveu apenas meia hora (e a quem é dedicado o poema "O que viveu meia hora", presente em Poesia completa, Ed. Nova Aguilar, 2002), e Maria Julieta Drummond de Andrade.
  No mesmo ano em que publica a primeira obra poética, "Alguma poesia" (1930), o seu poema Sentimental é declamado na conferência "Poesia Moderníssima do Brasil" , feita no curso de férias da Faculdade de Letras de Coimbra, pelo professor da Cadeira de Estudos Brasileiros, Dr. Manoel de Souza Pinto, no contexto da política de difusão da literatura brasileira nas Universidades Portuguesas. Durante a maior parte da vida, Drummond foi funcionário público, embora tenha começado a escrever cedo e prosseguindo até seu falecimento, que se deu em 1987 no Rio de Janeiro, doze dias após a morte de sua filha. Além de poesia, produziu livros infantis, contos e crônicas.